O mais
longo eclipse total da Lua no século XXI , em 27 de Julho de 2018
Ao mesmo tempo ocorre a oposição de Marte, visível durante toda a noite com uma magnitude de -2,8 na constelação de Capricórnio, próximo da Lua.
Para alem do eclipse da Lua e da oposição de Marte, podíamos desfrutar de mais três planetas nesta noite. Saturno, Júpiter e Vénus.
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| U3 momento do contacto da passagem da umbra para a penumbra (22h14m) |
Seria
espectável começar a observar por volta das 20h48m, mas devido a alguma
densidade de nuvens junto ao horizonte SE, só pelas 21h23 é que se começou a
ver a Lua no azimute 121º cerca de 5º acima da linha de horizonte.
Este eclipse total foi bastante longo devido principalmente ao facto de a Lua se encontrar no apogeu a 406 mil quilómetros da Terra. Estando no ponto mais longe da sua órbita tem uma velocidade menor.
A umbra não é uma região de escuridão total. Quando a Lua se encontra nesta região não recebe luz direta do Sol, mas sim luz refractada pela atmosfera da Terra. Essa luz é avermelhada (Lua de Sangue) porque os comprimentos de onda menores (luz azul e verde) são filtrados e espalham-se pela nossa atmosfera.
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| Sequência de fotos entre as 21:55 e as 23:28 |
A Lua manteve-se relativamente baixa no horizonte. A última
fotografia desta sequência foi tirada a uma altitude de 22,5º já completamente
na zona de penumbra.
Ao mesmo tempo ocorre a oposição de Marte, visível durante toda a noite com uma magnitude de -2,8 na constelação de Capricórnio, próximo da Lua.
Para alem do eclipse da Lua e da oposição de Marte, podíamos desfrutar de mais três planetas nesta noite. Saturno, Júpiter e Vénus.
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| Imagem do Stellarium,software livre de astronomia |






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